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Força Aérea

Embraer realiza primeiro voo do A-1E e entrega últimas unidades do Super Tucano e do F-5M para Brasil

20/06/2012

(Infodefensa.com) São Paulo – A Embraer realizou com sucesso o primeiro vôo do protótipo do A-1M na sua planta industrial em Gavião Peixoto, no interior paulista, durante cerimônia que contou com a participação do Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro-do-Ar Juniti Saito, e oficiais do Alto Comando da Força Aérea Brasileira (FAB). A campanha de ensaios em vôo da aeronave terá início em breve. O programa A-1M prevê a revitalização e a modernização de 43 caças subsônicos AMX da FAB. Dez aeronaves já se encontram nas instalações da Empresa e as primeiras entregas estão previstas para 2013.

A ocasião também marcou a entrega do 99º e último turboélice de ataque leve A-29 Super Tucano para a FAB, assim como os dois últimos caças F-5M do primeiro lote modernizado. Por meio do programa AL-X, a FAB tornou-se o cliente de lançamento do Super Tucano, em dezembro de 2003. Atualmente, a aeronave é empregada no treinamento avançado de pilotos de caça e tem atuação importante no Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam). O A-29 Super Tucano já foi selecionado por dez clientes da África, Américas e Ásia-Pacífico.

O programa F-5M abrange a modernização e revitalização de 46 caças supersônicos. Cada aeronave modernizada recebeu novos sistemas de navegação, armamentos, computadores e radar multimodal. Esses equipamentos, aliados ao reparo estrutural, aumentam a capacidade operacional destes caças por, pelo menos, mais quinze anos. Em dezembro de 2010, foi assinado novo contrato para a modernização de 11 aeronaves F-5 adicionais, sendo que a modernização da primeira aeronave terá início em outubro de 2012. As primeiras entregas deste segundo lote estão previstas para 2013.

“Os A-1M estão recebendo sistemas modernos similares aos que já equipam os F-5M e A-29. Todas as modernizações e aquisições estão relacionadas com os objetivos que fazem parte do Planejamento Estratégico Militar da Aeronáutica (PEMAER), um posicionamento da FAB, estudado para o médio e o longo prazo, condicionados à Política Militar de Defesa (PMD) e à Estratégia Nacional de Defesa (END). Uma premissa deste processo é a busca de compensação comercial, industrial e tecnológica com vistas ao desenvolvimento de material de defesa e ao fortalecimento da indústria nacional,” disse o Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro-do-Ar Juniti Saito. “Sendo assim, nossos equipamentos aproveitam da similaridade entre os aviônicos destas aeronaves, o que ajuda na adaptação dos nossos pilotos e representa uma padronização que oferece inúmeras vantagens operacionais, tais como o aprimoramento da doutrina de emprego da FAB e o melhor rendimento das horas de voo. Essa capacidade técnica da Embraer para atender nossas necessidades fortalece a Força Aérea e, consequentemente, fortalece o Brasil enquanto nos deixa prontos para responder a alguma ameaça à soberania do nosso espaço aéreo”.

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