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Acordo de cooperação

Embraer reforça parceria com Santos Lab para a produção de VANT

10/10/2012

(Infodefensa.com) Sao Paulo - A Embraer Defesa e Segurança (EDS) revelou planos de reforçar suas relações com a Santos Lab, a qual já possui um acordo de cooperação com a EDS anunciado durante a Latin American Aero Defense (LAAD) 2011. Ambas as empresas estão agora em conversações para fortalecer ainda mais essa parceria, o que poderia significar, se repetida as ações anteriores, a compra das ações da Santos Lab pela EDS.

Sediada na cidade do Rio de Janeiro, a Santos Lab surgiu em 2006, e de lá para cá desenvolveu alguns modelos de VANT, merecendo destaque o Carcará I utilizado pelo Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil junto com o mais capaz Carcará II. A atuação da Santos Lab despertou interesse de companhias de maior porte, entre elas, a Embraer. Em 2011, a estadunidense Boeing propôs a participação empresa na fabricação do VANT Scan Eagle com transferência de tecnologias, caso o avião de combate F/A-18E/F Super Hornet vença a concorrência F-X2.

A EDS não confirmou até o momento se as conversações com a Santos Lab inclui uma possível participação acionaria na empresa carioca. A Embraer adquiriu em 2011 participações societárias em duas outras organizações brasileiras de alta tecnologia, a Atech e OrbiSat. No campo de aeronaves não tripuladas, a OrbiSat desenvolve o Sarvant, aparelho que será dotado de um radar de abertura sintética (SAR) capaz de “enxergar” detalhes da superfície de terrenos que estão encobertos por vegetação. A Embraer também formou uma joint venture com a AEL Sistemas para adaptar o VANT Hermes 450 da Elbit Systems às necessidades específicas das Forças Armadas do Brasil.

A EDS foi escolhida em agosto último para a segunda etapa da concorrência do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (SISFRON), a qual corresponde às negociações de detalhes de um contrato de US $ 4 bilhões com o Exército brasileiro para estabelecer uma rede de vigilância integrada cujo objetivo é monitorar as fronteiras amazônicas que o Brasil possui com outros países sul-americanos. Esse sistema prevê a integração de sistemas aéreos não tripulados (UAS) capazes de operar sobre áreas de interesse por longos períodos de tempo.

rc/avs

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