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Crise da Segurança Pública no Estado do Rio de Janeiro

300 homens da Força Nacional de Segurança chegam ao Rio

300 policiais da FNSP reforçam a segurança da cidade do Rio de Janeiro. Foto: Ministério da Justiça.

300 policiais da FNSP reforçam a segurança da cidade do Rio de Janeiro. Foto: Ministério da Justiça.

13/05/2017 | Rio de janeiro

Roberto Caiafa

Segundo informou o Ministério da Justiça na terça-feira (09), já está na cidade do Rio de Janeiro um efetivo de 300 homens da Força Nacional de Segurança, vindos da cidade de Brasília (DF) para reforçar a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ).

Essa tropa está aquartelada no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças da Polícia Militar do Rio (CFAP), em Sulacap, zona oeste da capital. Esse time de 300 policiais chega para reforçar o contingente de 125 homens que já estava trabalhando no Estado na esteira de manifestações anteriores.

O Diário Oficial da União também publicou nessa terça-feira portaria que trata da prorrogação do emprego da Força Nacional de Segurança no Rio por um período de 90 dias. A Força foi chamada em novembro de 2016 por conta dos protestos contra o Governo do Estado que aconteceram de forma violenta em frente à Assembleia Legislativa do Rio.

As manifestações, organizadas por servidores públicos, repudiaram duramente os projetos anticrise do governador Luiz Fernando Pezão, que penaliza o funcionalismo (que já está com salários atrasados há meses), e cuja votação pelos deputados ainda não terminou.

Os detalhes do emprego do efetivo ainda estão sendo definidos em conjunto entre a Secretaria Nacional de Segurança Pública e a Secretaria de Estado da Segurança do Rio. A solicitação de envio da Força foi feito pelo Governador Pezão ao presidente Michel Temer há uma semana, no mesmo dia em que 32 fuzis de assalto foram apreendidos pela PMERJ e onze veículos foram incendiados a mando de traficantes em vias importantes da zona norte do Rio.

Segundo o ministro da Defesa Raul Jungmann relatou, o presidente Michel Temer determinou aos ministérios da Defesa e da Justiça e ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI) a elaboração de medidas para enfrentar a crise de segurança fluminense. O ministro não citou prazo para a apresentação do plano para o Rio.

Para Jungmann, a ideia é fazer uma operação integrada entre as instâncias, semelhante à utilizada durante os Jogos Olímpicos de 2016 no Rio, e sem gastar recursos desnecessários. Como exemplo, o ministro citou a operação das Forças Armadas no Complexo da Maré, na zona norte do Rio.

A "Pacificação" durou um ano e meio e custou R$ 400 milhões. “Quando as Forças Armadas saíram da região, não aconteceu a entrada do Estado com seu conjunto de serviços. Com isso, o tráfico de drogas voltou ao que era antes, reocupando e dominando os espaços novamente”, afirmou o ministro.

Imagens: Ministério da Justiça do Brasil

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