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AMÉRICA | Aire
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Apenas 250 dos 600 aviões estão prontos para uso

Cortes Orçamentários deixam 60% da Força Aérea Brasileira no chão

T27 estocados PAMALS CAIAFA

05/08/2016 | São Paulo

Roberto Caiafa

A Força Aérea Brasileira (FAB) está sendo forçada a deixar mais da metade da sua frota de aviões no chão, tudo graças aos cortes orçamentários praticados pelo Governo Federal durante a administração da presidente Dilma Rousseff.

Hoje, dos 600 aviões existentes na frota, e que cumprem diferentes tipos de missões, apenas 250 estão prontos para emprego, ou seja, 41%. Outro problema grave é a contínua redução nas horas de voo totais disponíveis para a Força Aérea.

Em 2016, os pilotos possuem a disposição uma cota global de 100 mil horas, quase 35% a menos do que o mínimo necessário para manter a operacionalidade da Força como um todo (150 mil horas/ano). Em 2015, essa cota já havia sido reduzida para 130 mil horas.

O comandante da Força Aérea, brigadeiro-do-ar Nivaldo Rossato, em entrevista a imprensa brasileira, citou que o aumento do dólar

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