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EDS e Boeing juntas deverão criar uma terceira empresa

Embraer permanecerão sob controle do Governo Brasileiro

Manter os empregos é a maior preocupação entre os funcionários da Embraer.

Manter os empregos é a maior preocupação entre os funcionários da Embraer.

06/02/2018 | Brasília, DF

Roberto Caiafa

Segundo declarações dadas pela direção da Embraer e pelo ministro da Defesa do Brasil, Raul Jungmann, a firma brasileira teria aceitado a segunda proposta da Boeing para o modelo de parceria entre as companhias, resultando na criação de uma terceira empresa encarregada da venda das aeronaves comerciais, executivas e agrícolas.

A Embraer Defesa & Segurança, considerada a parte militar do negócio, continuará sob a supervisão com direito de veto (Golden Share) exclusivo do governo brasileiro.

Minutos após a entrevista, as ações da Embraer registram alta de 4,90% na Bolsa de Valores de Nova York, sendo cotada a R$ 21,39 cada papel.

Raul Jungmann afirmou que o Governo Federal sempre confiou que a fabricante brasileira chegaria a um acordo com a americana Boeing, sem implicar na ação de um "poder externo" sobre a Embraer.

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