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AMÉRICA | Armada
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Fragata Defensora (F41)

Ares e Elbit integram o sistema Atena nos navios brasileiros da classe Niterói

A fragata.

A fragata.

26/10/2018 | Belo Horizonte

Roberto Caiafa

A fragata Defensora (F41) está recebendo o sistema Atena de vigilância eletro-óptico e infravermelho (EO/IR), a integração do sistema ao navio sendo realizada pela brasileira Ares Aeroespacial e Defesa e a Elbit Systems.

O novo sistema irá substituir a alça optrônica EOS 400/10B Sight.

Operado a partir de um console dedicado localizado no Centro de Operações de Combate (COC),  Atena também está integrada ao sistema de controle tático SICONTA II da fragata.

A F41 passa por um processo de prolongamento do seu ciclo operacional na Marinha do Brasil enquanto aguarda uma nova classe de fragatas para substituí-la.

A Classe Niterói opera há cerca de quarenta anos na esquadra brasileira e precisa de substituição.

A"Defensora" é o primeiro navio da classe "Niterói" a contar com esse novo sistema,  devendo o mesmo ser integrado posteriormente a Constituição (F42), que já se encontra docada no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ) passando por um processo de modernização e reparos.

As demais fragatas da classe Niterói deverão também ter seu ciclo de vida estendido, devendo ter o sistema Atena integrado as mesmas durante a modernização que deverão sofrer nos próximos anos.

Atena é um sistema de combate modular capaz de integrar diversos dispositivos ao navio permitindo aos operadores uma consciência situacional operativa superior, maximizando a efetividade das ações coordenadas para defesa e ataque.

O sistema oferece imagens de alta qualidade através das câmeras de vigilância diurna e noturna, além da capacidade de rastreamento automático de alvos (auto-tracking) e cálculo balístico.

Como vantagens, destaque para a utilização de apenas um Sistema Integrado para Comando e Controle de Operações, a integração com sensores e sistemas de combate existentes no navio, maior agilidade para operações simultâneas e mais recursos para a gestão do combate.

O Sistema de Combate Atena foi entregue à Marinha do Brasil com a capacidade de prover o comando e controle automatizado de armamento de tubo, monitoramento de sensores de navegação e envio e recepção de informações de alvos, auto-tracking e saída externa de vídeo para outros monitores (consoles), constituindo-se assim na opção principal em embarcações de pequeno porte ou sistema de combate auxiliar em grandes navios.

O projeto foi modificado recentemente para atender os requisitos do novo canhão (40 mm fogo rápido automatizado) selecionado para instalação em navios da Classe MacaéClasse Grajau e fragatas Classe Niterói revitalizadas, além do navio-escola (NE) Brasil.

Imagens: Ares Aeroespacial e Defesa / Marinha do Brasil

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