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Após pressão da Força Aérea Brasileira

O Exército brasileiro desiste de expandir o escopo operacional de sua aviação

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10/06/2020 | Belo Horizonte

Roberto Valadares Caiafa

Recentemente, Infodefensa noticiou a promulgação de um Decreto do Ministério da Defesa do Brasil que permitiria ao Exército Brasileiro possuir uma aviação de asas fixas, alterando a redação existente, datada de 1986, e que fala somente em “helicópteros”, ou asas rotativas, para outra onde se lia “vetores aéreos”, ou seja, qualquer tipo de aeronave militar de transporte, combate, reconhecimento, SARP, drone, etc.

Essa portaria imediatamente foi contestada pelo Alto Comando da Força Aérea Brasileira, que iniciou uma intensa gestão de bastidores para anular a redação com o termo “vetores aéreos”, elevando bastante a temperatura entre os Ministérios da Defesa, Exército e Força Aérea.

O resultado disso foi uma carta pública com pesadas críticas a todos os envolvidos na promulgação da Portaria/Decreto 10.386 (clique aqui para ler a carta em espanhol) divulgada no dia seis de junho último pelo tenente-brigadeiro-do-ar R1 function registrarse(){ vuelta = window.location.pathname; location.href="/directorio/suscriptor_simpli.php?vuel="+vuelta; }

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