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Treinamento para tiro real

Exército brasileiro se prepara para a Operação Sagitta com o simulador VBC Gepard 1A2


El Ejército de Brasil se prepara para la Operación Sagitta con el simulador VBC Gepard 1A2


10/07/2020 | Belo Horizonte

Roberto Valadares Caiafa

Oito integrantes da 6ª Bateria de Artilharia Antiaérea Autopropulsada participaram de uma cooperação de instrução na Escola de Artilharia de Costa e Antiaérea (EsACosAAe), onde realizaram adestramento no simulador da VBC DA Ae Gepard 1A2, visando à realização do tiro real na Operação Sagitta Primus, que acontece no próximo mês de agosto no Campo de Instrução de Formosa (GO).

A atividade será conduzida pela 1ª Brigada de Artilharia Antiaérea reunindo todas as suas unidades.

A certificação da instrução em simuladores tornou-se um fator de grande relevância na preparação dos recursos humanos das guarnições da VBC Gepard, permitindo a prática do tiro real com as tripulações apresentando grande domínio do equipamento e das técnicas e táticas de emprego. 

Os VBC DA Ae Gepard 1A2 estão armados com um par de canhões Oerlikon de 35 mm. Dois radares, um para aquisição de alvos e outro, diretor de tiro, formam a suíte de sensores, com alcance nominal de 20 km (apoiados por optrônicos de detecção termal).

A torre antiaérea possui um motor exclusivo para permitir elevação e giro com grande agilidade e velocidade, sendo tripulada por dois homens, o artilheiro/operador do radar de tiro e o comandante do carro/operador do radar de busca/comunicações.

O artilheiro aciona o canhão com o pé, pisando em um gatilho no piso da torre.  Os canhões podem disparar munição explosiva/incendiária e perfurante com alcance prático de até cinco mil metros. Além do seu emprego como arma antiaérea, o Exército Brasileiro também treina o emprego de seus Gepard como armas de apoio de fogo no tiro solo-solo, para algumas situações muito específicas.

Na maior parte do seu tempo de emprego operacional, o Gepard tem como missão derrubar jatos de ataque e helicópteros voando baixo, ou anular seus esforços antes que possam lançar suas armas contra os alvos que está a defender.

Também é responsável pela defesa das colunas blindadas quando em movimento de manobra, provendo proteção antiaérea e suporte de fogo. Baseados no chassis do Leopard 1, os Gepard 1A2 apresentam bom desempenho e grande mobilidade, e seus radares permitem, em tese, a realização de operações noturnas.

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