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Engesa

Brasil avalia capacidade do Guarani 6x6 para atuar como ambulância blindada

Para verificar a validade técnica das modificações e modernidades implementadas na VBMSR 6x6 Guarani Ambulância, foi reralizado pelo COTER teste comparativo empregando uma VBTP 6x6 Urutu Ambulância como referência.

Brasil evalúa la capacidad del Guaraní 6x6 para actuar como un blindado ambulancia

Para verificar la validez técnica de las modificaciones y modernidades implementadas en la ambulancia VBMSR 6x6 Guaraní, COTER realizó una prueba comparativa utilizando como referencia una ambulancia VBTP 6x6 Urutu.

Brasil da de baja 129 vehículos blindados EE-11 Urutu 6x6

Sólo se conservarán la rarísima ambulancia Urutu (tres) y dos Urutu de ingeniería, recientemente adaptados por Columbus International Ltd. para su uso en los GLO. Esta decisión podría crear un gran mercado de segunda mano en el continente.

Brasil desativa 129 blindados 6x6 EE-11 Urutu

Somente os raríssimos Urutu Ambulância (três exemplares) e dois Urutu Engenharia, adaptados pela Columbus International Ltda recentemente para emprego em GLO serão mantidos. Decisão pode criar um amplo mercado de usados no continente. 

Brasil modernizará el 25% de sus Leopard 1A5 BR mientras busca un sucesor

La decisión, publicada en el Boletín del Ejército del 9 de septiembre hace públicas las ordenanzas EME/C Ex Nº 847 y 848 que aprueban los requisitos operativos (EB20-RO-04.060) y técnicos, logísticos e industriales (EB20-RTLI-04.066) del vehículo blindado de combate - carro de combate actual (VBC CC Actual), revocando las ordenanzas anteriores, dentro del Programa Estratégico del Ejército (Prg EE) Fuerzas Blindadas. El "ajuar" completo de herramientas para un solo Leopard 1A5 BR. Foto: Roberto CaiafaEl proyecto de actualización propuesto originalmente preveía la modernización de 116 unidades de los 200/220 VBC-CC disponibles, una extensión de la vida útil al 50% de la flota durante otros 15 años (2022-2037) con la implementación de un paquete de Apoyo Logístico Integrado (SLI) que garantizara la disponibilidad de este material. Este porcentaje, como muestra el documento, se redujo al 25%, un ajuste orquestado entre la Dirección de Materiales (DMat) y el Estado Mayor del Ejército (EME).Objetivo: acortar el tiempo de transición hasta la elección del ganador en el proyecto VBC CC Futuro, el sustituto del Leopard 1A5 BR. Programa para el que todavía, este 2022, debe publicarse la solicitud de presupuesto destinada al mercado.El Leopard 1A5 BR utiliza aún el sistema de fuego EMES 18, de la década del '80.

Columbus e AGSP modificam 6x6 Urutu e revisam lote piloto do 4x4 Chivunk

O 13º Regimento de Cavalaria Mecanizada (13o RC Mec) sediado na cidade de Pirassununga, no interior do Estado de São Paulo, incorporou recentemente a sua frota um blindado 6x6 Engesa EE-11 Urutu que foi adaptado para missão de Garantia da Lei da Ordem (GLO) pela empresa Columbus International, especializada em veículos ENGESA e tradicional prestadora de serviços de engenharia para o Exército Brasileiro.Os trabalhos foram realizados empregando as instalações e facilidades do Arsenal de Guerra de São Paulo (AGSP), Organização Militar subordinada à Diretoria de Fabricação (DF). A foto mostra a pá mecânica reforçada na frente da viatura para remoção de obstáculos (Imagem AGSP)Originalmente o EE-11 Urutu é destinado ao transporte de tropas, com capacidade anfíbia para transposição de rios e lagos. A adaptação realizada no AGSP em parceria com a Columbus confere ao carro maiores capacidades de operação em ambiente urbano, por meio de modificações de projeto.Dentre as modificações, a mais visível foi a instalação de uma pá mecânica reforçada na frente da viatura para remoção de obstáculos, uma necessidade constatada nas constantes operações GLO na cidade do Rio de Janeiro, onde a tática dos narcoterroristas para limitar a mobilidade dos blindados policiais inclui criar barreiras usando muros de concreto ou barricadas de trilhos ferroviários para impedir a progressão da força policial.(Imagem AGSP)ChivunkOutro contrato conjunto entre a Columbus e o AGSP (CTEx/DF) que gerou entregas recentemente foi a execução de trabalhos de revisão geral e atualização do lote piloto de 10 exemplares da Viatura Leve de Emprego Geral Aerotransportável Chivunk, equipamento destinado prioritariamente para emprego pela Brigada de Infantaria-Paraquedista.Entre outras possibilidades de emprego, oChivunk  foi projetado para ser compacto, aerotransportável e lançável por aeronaves cargueiras do tipo C-130 Hércules e KC-390 Millennium da Força Aérea Brasileira.

Akaer, a única empresa que ainda está na corrida na modernização da Cascavel no Brasil

A semana considerada decisiva na licitação para a modernização do veículo blindado 6x6 Cascavel do Exército Brasileiro começou com quatro empresas previamente registradas na abertura das propostas, e apenas uma, a Akaer, qualificada no final do processo de validação da documentação exigida no edital de licitação.As outras empresas foram Ares Aeroespacial e Defesa (Elbit Systems), Columbus (Norinco) e Equitron (Grupo Safran).Sucesso de vendas no mercado internacional, o EE-9 Cascavel 6x6 foi fabricado en grandes quantidades no Brasil pela extinta ENGESA (Imagem: Roberto Caiafa) No dia 24, após extensa análise dos documentos apresentados por essas empresas interessadas em participar da modernização da viatura blindada sobre rodas 6x6 EE-9 Cascavel, da qual o Exército brasileiro possui atualmente mais de quatrocentos, foi feito um surpreendente anúncio formal.A Diretoria de Fabricação do Exército (DF), responsável pela realização da licitação, anunciou ao final do dia que somente o consórcio Akaer/Universal/Opto tinha se qualificado para a próxima etapa, chamada "avaliação da proposta técnica", na qual a empresa deve demonstrar sua capacidade tecnológica industrial para realizar todo o trabalho solicitado, cumprindo os prazos estipulados e qualidade garantida.O Exército Brasileiro pretende modernizar entre 98 a 200 desses veículos 6x6 armados com canhão de 90mm (Imagem: Roberto Caiafa)

Uruguay cierra un año marcado por el despliegue de sus nuevos Hercules y las buenas noticias para la Armada

El año 2021, luego de un 2020 marcado por la pandemia y la consiguiente retracción económica, trajo algunas novedades para las Fuerzas Armadas Uruguayas, pero aún restan concretar la mayoría de los desafíos que se enfrentan. A finales de 2020 se firmaba un acuerdo entre el Ministerio de Defensa de Uruguay y la Corporación Nacional para el Desarrollo para la formación de un fideicomiso destinado a la compra de nuevo material para las Fuerzas Armadas, sin embargo, no quedaba claro en ese momento, ni ahora, cual seria el origen de los fondos para nutrir dicho fideicomiso. Si bien se especulaba con una posible venta de inmuebles, a finales de 2021 no se ha concretado nada de esto.

Brasil ressuscita tanque Osório 120mm para o centenário das forças blindadas

O Pelotão de Manutenção do 6º Regimento de Cavalaria Blindado, sob a liderança do Sargento Especialista Capoani, logrou retornar ao funcionamento para rodagem o protótipo EE-T1 Osório com canhão de 120mm recentemente recebido naquela organização militar após ser trasladado de Santa Maria, onde encontrava-se preservado em exposição estática no Centro de Instrução de Blindados, organização referência do Exército Brasileiro.Enquanto esteve no C I Blnd, o Osório 120mm manteve uma excelente conservação mecânica, exceto pelo seu sistema de frenagem, o que determinou que ficasse estocado em indisponibilidade durante anos, nas garagens ocupadas por Leopards, Gepards e Guaranis.Com a chegada das comemorações do Centenário das Forças Blindadas do Exército Brasileiro (1921/2021), foi lançado o desafio de "safar" as panes do EE-T1 e colocá-lo em funcionamento, tarefa aceita pelos militares do 6º Regimento de Cavalaria Blindado (6º RCB), baseado na cidade de Alegrete, também no Rio Grande do Sul.Desafio aceito, o carro de combate foi transportado até o 6º RCB e lá a equipe do sargento especialista Capoani realizou a revisão do motor e seus sistemas, esteiras, chassi e sistema de frenagem/freios, dando segurança na operação e permitindo desenvolver velocidades bem próximas da condição normal de emprego.O Osório 120mm não está funcional como sistema de armas (tiro e combate) , mas seu retorno a funcionalidade de rodagem tem um simbolismo quase mítico no ano em que as Forças Blindadas do Exército Brasileiro comemoram o seu centenário e as expectativas de novas aquisições movimentam o mercado de blindados de esteiras e sobre rodas.Acredita-se que esse veículo terá um papel cerimonial especial no desfile militar de Sete de Setembro de 2022, ocasião em que serão comemorados duzentos anos da Independência do Brasil.O "imortal" EE-T1 Osório, um épico fracasso da Indústria de Defesa BrasileiraCom dois protótipos fabricados nos anos de 1980 pela extinta empresa brasileira Engesa (Engenheiros Especializados S/A), o carro de combate ou Main Batlle Tank EE-T1 Osório, armado com canhão de alma lisa de 120 mm e equipado com sofisticado sistema de tiro e sensores, proteção blindada e potente motor MWM, dentre outras avançadas características, foi a tentativa brasileira de entrar no mercado de carros de combate avançados. Uma aposta que quase deu certo mas que custou a falência da Engesa.

Brasil resucita el carro Osório 120mm para el centenario de las fuerzas blindadas

El Pelotón de Mantenimiento del 6º Regimiento de Caballería Blindada, bajo el liderazgo del Sargento Especialista Capoani, logró devolver a la vida el prototipo EE-T1 Osório con cañón de 120mm, recientemente recibido por esa organización militar después de ser transferido desde Santa María, donde había sido preservado en exhibición estática en el Centro de Entrenamiento Blindado, organización de referencia del Ejército Brasileño.Durante su estancia en el C I Blnd, el 120mm Osório mantuvo un excelente estado mecánico, a excepción de su sistema de frenado, lo que hizo que estuviera almacenado durante años en los garajes ocupados por Leopardos, Gepardos y Guaraníes.Con la llegada de las conmemoraciones del Centenario de las Fuerzas Blindadas del Ejército Brasileño (1921/2021), se planteó el desafío de "curar" los defectos del EE-T1 y ponerlo en funcionamiento, tarea que fue aceptada por los soldados del 6º Regimiento de Caballería Blindada (6º RCB), con sede en la ciudad de Alegrete, también en Rio Grande do Sul.Aceptado el reto, el vehículo de combate fue transportado al 6º RCB y allí el equipo del sargento especialista Capoani revisó el motor y sus sistemas, las orugas, el chasis y el sistema de frenado/frenos, haciendo la operación segura y permitiéndole desarrollar velocidades cercanas a las condiciones normales de empleo.El Osório 120mm no es funcional como sistema de armas (tiro y combate), pero su regreso a la funcionalidad sobre ruedas tiene un simbolismo casi mítico en el año en que las Fuerzas Blindadas del Ejército brasileño celebran su centenario y las expectativas de nuevas adquisiciones mueven el mercado de vehículos blindados de oruga y de ruedas.Se cree que este vehículo desempeñará un papel ceremonial especial en el desfile militar de Sete de Setembro en 2022, ocasión en la que se celebrarán los doscientos años de la Independencia de Brasil.Fracaso épico de la industria de defensa brasileñaCon dos prototipos fabricados en la década de 1980 por la extinta empresa brasileña Engesa (Engenheiros Especializados S/A), el tanque de combate EE-T1 Osório, armado con un cañón de ánima lisa de 120 mm y equipado con un sofisticado sistema de disparo y sensores, protección blindada y un potente motor MWM, entre otras características avanzadas, fue el intento de Brasil de entrar en el mercado de los carros de combate avanzados. Una apuesta que estuvo a punto de triunfar, pero que le costó la quiebra a Engesa.