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Emgepron

La Artillería brasileña y el desafío de revertir el abismo entre lo moderno y lo obsoleto

Cómo y el desafío  revertir el verdadero abismo tecnológico entre lo moderno y lo obsoleto en el Arma de Artillería del Ejército brasileño, el gran desafío de los actuales gestores de estos medios.

Brasil y la firma Tidewise desarrollan un USV cazaminas

La asociación de EMGEPRON con una start-up de ingeniería naval demuestra la evolución del Cluster Tecnológico Naval de Río de Janeiro y confirma la entrada de la empresa Tidewise en los proyectos estratégicos de la Marina y de la Defensa brasileña.

Brasil planeja construir 12 navios patrulha de 500 toneladas ou NPa500-BR

Durante palestra proferida no evento NavalShore 2022, no Rio de Janeiro, o Diretor-Geral do Material da Marinha, Almirante de Esquadra José Augusto Vieira da Cunha de Menezes, revelou que a Marinha do Brasil está finalizando negociações com a Empresa Gerencial de Projetos Navais, a Emgepron, visando a construção no Brasil de 12 navios patrulha de 500 toneladas (NPa500-BR). Esse programa de construção naval deverá se estender até o ano de 2036.A Marinha do Brasil, na atualidade, possui um inventário numeroso de navios de patrulha velhos que precisam ser substituídos com extrema urgência. O projeto atualizado do NPa-500BR (Imagem: Emgepron)Analisando esse mercado, a Emgepron decidiu investir no projeto de um navio patrulha de 500 toneladas com um conteúdo local da ordem de 50% e valor estimado em torno de US$ 35 milhões a unidade.

Brasil negocia con Emgepron la incorporación de 12 patrulleros de 500 toneladas

El diseño actualizado del NPa-500BR (Imagen: Emgepron)Analizando este mercado, Emgepron decidió invertir en el diseño de un patrullero de 500 toneladas con un contenido local de alrededor del 50% y un valor estimado de unos 35 millones de dólares por unidad.

Brasil e Leonardo unem forças para manter as fragatas de Niterói operacionais enquanto aguardam o Tamandaré

A Empresa Gerencial de Projetos Navais (Emgepron) e a empresa italiana Leonardo – Societa per Azioni, assinaram, no dia 18 de Julho, um Memorando de Entendimentos durante a Feira Internacional Aeroespacial de Farnborough, no Reino Unido. O evento contou com a presença do Diretor-Geral do Material da Marinha (DGMM), Almirante de Esquadra José Augusto Vieira da Cunha de Menezes, do Diretor Comercial da Leonardo, Pasquale Di Bartolomeo,  e o diretor-presidente da Emgepron, Edesio Teixeira Lima Junior. As fragatas Classe Niterói restantes serão muito exigidas na sua fase final de emprego antes de serem substituídas pelas novas Fragatas Classe Tamandaré (Imagem: Emgepron)O documento alinhado entre Emgepron e Leonardo tem como objetivo alavancar o desenvolvimento de possibilidades de negócios conjuntos para a exploração de potencial área de colaboração industrial para serviços de apoio à manutenção de sistemas de armas navais, sistemas de combate naval, incluindo sensores e sistemas de gestão de combate; e de serviços de apoio à manutenção de sistemas e sensores das Fragatas Classe Niterói e da Corveta Classe Barroso. Na atualidade, a Emgepron atua diretamente nos Programas Estratégicos da Marinha como o Programa Fragatas Classe Tamandaré (PFCT), o Projeto dos navios-patrulha de 500 toneladas (NaPa 500BR), o Navio de Apoio Antártico (NApAnt) e a Associação do Cluster Tecnológico Naval do Rio de Janeiro (CTNRJ).No memorando assinado com a Leonardo, fica claro que a Emgepron e a Marinha do Brasil buscam alternativas para manter a operacionalidade das fragatas Classe Niterói restantes, o mesmo se aplicando a única Corveta Classe Barroso, um navio que demandou 14 anos entre o início da sua construção e o seu lançamento ao mar. O Centro de Operações de Combate da Corveta Barroso utiliza o sistema SICONTA MKIII, desenvolvido pela Marinha do Brasil (Imagem: Emgepron)A reduzida frota de escoltas de superfície da Marinha do Brasil, já bastante pressionada pela idade do material, precisa manter-se em serviço por pelo menos mais 10 anos enquanto a construção das Fragatas Tamandaré deslancha e alcança um ritmo de entregas satisfatório. Mesmo com o Programa MODFRAG implementado pela Emgepron nas Classe Niterói, no início dos anos 2000, e que basicamente foi responsável pela efetividade desses navios na atualidade, é necessário antever desafios importantes para esse "push" final dessa frota, não só na questão do uso do Poder Naval brasileiro como até mesmo no apoio a outros programas importantes da Marinha, caso do MANSUP, que utiliza as fragatas Classe Niterói como plataforma de lançamento real.O Navio-Patrulha 500-BR (NPa 500-BR) poderá ser construído para a Marinha do Brasil e exportado pela EMGEPRON para marinhas amigas (Imagem: Emgepron)A Emgepron também tem um papel fundamental na construção do novo Navio de Apoio Antartico (NApAnt), que substituirá navios de pesquisa antigos e no fim da vida útil com inúmeras vantagens. A empresa ligada a Marinha do Brasil também produz uma série de sensores de guerra eletrônica de emprego naval, munições navais de grande calibre e realiza importantes investimentos para ampliar as capacidades da indústria naval brasileira.Em 2019, quatro empresas do setor de Defesa brasileiro, a Emgepron, a Amazul, a Nuclep e a Condor Tecnologias Não Letais idealizaram e fundaram o Cluster Tecnológico Naval do Rio de Janeiro (CTN-RJ). O Cluster Tecnológico Naval do Rio de Janeiro busca aproveitar o potencial da estrutura local da indústria naval baseada no litoral do Rio de Janeiro (Imagem: Emgepron)O CTN-RJ tem como eixos de atuação prioritários o adensamento das cadeias produtivas relacionadas à construção e reparação naval militar e mercante, a geração de estímulos à Economia do Mar e o fortalecimento da plataforma de exportações da base industrial de defesa.O Cluster Tecnológico Naval busca aproveitar o potencial da estrutura local do Rio de Janeiro, como as universidades e os institutos especializados de inovação e tecnologia, para auxiliar o crescimento da indústria marítima local. Somado a isso, a promoção do mercado interno e a realização do encadeamento produtivo entre empresas.Atualmente, o Cluster Tecnológico Naval, reúne mais de 40 empresas associadas voltadas para o desenvolvimento da Economia e do Poder Naval brasileiro.A Emgepron atua diretamente na construção do novo Navio de Apoio Antártico (Imagem: Emgepron)

Brasil y Leonardo se alían para mantener operativas las fragatas Niterói a la espera de las Tamandaré

La Empresa de Gestión de Proyectos Navales (Emgepron), gestionada por la Marina de Brasil, y la firma italiana Leonardo firmaron, en el marco del Salón Aeronáutico Internacional de Farnborough, un memorando de entendiemiento con el objetivo de una colaboración industrial para el mantenimiento de los sistemas de armas navales, sistemas de combate naval, y de los sistemas y sensores de las fragatas Clase Niterói y la corbeta Clase Barroso.En el memorando firmado con Leonardo, queda claro que Emgepron y la Marina brasileña están buscando alternativas para mantener la operatividad de las restantes fragatas de la Clase Niterói, lo mismo que para la única corbeta de la Clase Barroso, buque que tardó 14 años entre el inicio de su construcción y su lanzamiento al mar. La reducida flota de escoltas de superficie de la Marina brasileña, ya sometida a una gran presión debido a la antigüedad del material, debe permanecer en servicio durante al menos 10 años más, mientras la construcción de las Fragatas Tamandaré se pone en marcha y alcanza un ritmo de entrega satisfactorio. El acto de firma contó con la presencia del director general de material de la Marina (DGMM), almirante de la flota José Augusto Vieira da Cunha de Menezes, el director comercial de Leonardo, Pasquale Di Bartolomeo, y el director general de Emgepron, Edesio Teixeira Lima Junior.

Brasil assina com a Polar 1 o contrato para a construção de seu futuro navio antártico

Para isso, necessita possuir casco em formato específico e reforçado, particularmente na sua proa, para abrir caminho e quebrar as placas de gelo, utilizando o próprio peso do navio e, por vezes, o turbilhonamento provocado por seus propulsores.Para a obtenção do NApAnt, foram capitalizados pela EMGEPRON aproximadamente R$ 740 milhões. O investimento envolve a compra de equipamentos e sistemas científicos, planos de gestão do ciclo de vida e apoio logístico ao Programa Antártico Brasileiro. O escopo de engenharia, aquisição e construção será conduzido pelo EJA, com a transferência de conhecimento e experiência da SMSS na construção de embarcação semelhante, em Singapura.Durante o evento de assinatura, o Diretor-Presidente da EMGEPRON, Vice-Almirante (IM) Edesio Teixeira Lima Junior, destacou que “a construção do navio incrementará a participação brasileira nos processos de decisão sobre o destino do Continente Antártico, já que o Programa Antártico passará a dispor de um navio melhor equipado”.Entre os benefícios esperados estão a redução do tempo necessário para o reabastecimento da EACF, com a inclusão de guindastes modernos e de maior capacidade de carga e manobra ao novo navio; sistema de navegação e de controles sofisticados, que permitirão maior segurança na aproximação do navio com a praia para desembarque de material e de pessoal; maior capacidade de apoio às atividades de pesquisa, com capacidade de lançamento de acampamentos, possibilitando, assim, a ampliação da área passível de ser visitada pelos pesquisadores, incluindo as regiões oceânicas e terrestres.No fim do evento, o Ministro Paulo Alvim elogiou a assinatura do contrato e ressaltou a sua importância para a pesquisa científica brasileira.

La industria brasileña participará en un 47,68% en el futuro buque polar de la Armada

Brasil ha iniciado las consultas con los posibles proveedores para el proyecto del Buque de Apoyo Antártico (Napant), cuyo grupo de construcción fue confirmado por la Marina de Brasil el pasado 8 de octubre. El contenido local exigido inicialmente por la Marina para el futuro buque era de un mínimo del 45%, y la propuesta seleccionada por la fuerza naval, del grupo Sembcorp Marine, indicaba finalmente un porcentaje del 47,68%.La Empresa de Gestión de Proyectos Navales (Emgepron) pretende promover encuentros y eventos sobre el buque polar con proveedores locales y representantes de la comunidad marítima, a través del Clúster de Tecnología Naval de Río de Janeiro y de la Asociación Brasileña de la Industria de Máquinas y Equipos (Abimaq).El Cluster contactará con las empresas proveedoras, fomentando la participación y utilizando su entorno informativo para dar a conocer las posibilidades de suministro de materiales y equipos, contribuyendo así a la consecución de los índices contractuales.El proceso para el Napant fue idéntico al adoptado para obtener las fragatas Tamandaré, tanto en lo que se refiere a la selección por parte de la Armada como a la negociación que se inicia en Emgepron.La Armada y Emgepron han utilizado los procesos de solicitud de información (RFI) y solicitud de propuestas (RFP) utilizados durante muchos años por las fuerzas armadas de los países desarrollados.Representantes de la Cámara Sectorial de Equipamiento Naval, Offshore y Onshore (Cseno) y de la Cámara de Defensa de Abimaq estuvieron recientemente en conversaciones con la dirección del proyecto Napant, vinculado a la coordinación general de programas estratégicos de la Armada.El Cseno sugiere que la Armada podría exigir el contenido local por separado, contemplando un porcentaje mínimo para los equipos. Además, evalúa que hay una excelente articulación, tanto con la Marina como con Emgepron, y ya ha hecho algunas propuestas a la Marina en el sentido de tener un índice de contenido local para los equipos.Proyecto NapantEl nuevo buque polar sustituirá al buque de apoyo oceánico (NApOc) Ary Rongel (H44), que se acerca al final de su ciclo de vida.La Marina dijo que el proceso de selección se basó en la experiencia técnica y de gestión de su personal y contó con el apoyo de la Fundación Getúlio Vargas (FGV) y el Banco Nacional de Desarrollo Económico y Social (BNDES).La selección de la mejor oferta para cumplir con el proyecto comenzó con la publicación de la solicitud de propuestas, en mayo de 2020, y se aplicaron dos herramientas principales para los resultados, el análisis de decisiones multicriterio (MDA) y el análisis de riesgos.En un comunicado, la Armada dijo que la decisión implicó el análisis de más de 300 criterios distribuidos en las siguientes áreas: rendimiento del buque, modelo de negocio financiero, ciclo de vida y apoyo logístico integrado, y estrategia de construcción.El proyecto ganador se construirá en las instalaciones de EJA en Espírito Santo. La Marina espera que se generen entre 500 y 600 empleos directos y más de 6.000 indirectos, movilizando una parte importante de la industria naval brasileña y de la base tecnológica nacional.Polar-1 Ltda" es el nombre de la sociedad de propósito específico (SPE) constituida por el Astillero Jurong Aracruz (EJA) y por Sembcorp Marine Specialised Shipbuilding, que forman parte del mismo grupo, a partir del resultado del concurso promovido por la Marina brasileña para obtener el buque. La entrega del buque a la Marina brasileña está prevista para 2025.