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MARINHA DO BRASIL

Brasil concreta la compra de 27 helicópteros Airbus H125 Esquilo para su Fuerza Aérea y Marina

la Fuerza Aérea Brasileña (FAB) y la Marina de Brasil firmaron, tras un extenso proceso de renegociación, un contrato para la adquisición de 27 helicópteros H125 Esquilo a la empresa Helibras, filial en Brasil de Airbus Hilicopters, que garantizará la formación de los pilotos de estas fuerzas armadas para las próximas décadas.Este acuerdo hace posible la producción en Brasil y la entrega de estos helicópteros de entrenamiento dentro del nuevo programa TH-X: 12 helicópteros serán entregados a la Fuerza Aérea Brasileña y otros 15 a la Marina.En la rubrica de este nuevo contrato estuvieron presentes el comandante de Preparación de la FAB, teniente de Brigada del aire Sérgio Roberto de Almeida; el comandante de Operaciones Aeroespaciales, teniente de brigada del aire Heraldo Luiz Rodrigues; el presidente de la Comisión Coordinadora del Programa de Aviones de Combate, brigadier del aire Antonio Luiz Godoy Soares Mioni Rodrigues; el director de Aeronáutica de la Armada, contralmirante Emerson Gaio Roberto; y el responsable de Airbus Helicopters para América Latina, Alberto Robles. Monoturbina Esquilo de la Aviación Naval de la Marina Brasileña.

Brasil conclui compra de 27 helicópteros Airbus H125 Esquilo para sua Força Aérea e Marinha

Após um extenso processo de renegociação, a Força Aérea Brasileira e a Marinha do Brasil assinaram, no dia 15 de setembro, um contrato para aquisição de 27 helicópteros H-125 da empresa Airbus Helicopters / Helibras, que irão garantir a formação dos pilotos dessas forças armadas pelas próximas décadas.Essa rúbrica viabiliza a produção no Brasil e entrega de quase trinta helicópteros de treinamento dentro do novo Programa TH-X: 12 helicópteros H125 Esquilo serão  produzidos e entregues a FAB e outros 15 do mesmo modelo para a Marinha.Esquillo monoturbina da Aviação Naval da Marinha do Brasil (Imagem: Roberto Caiafa)Estiveram presentes o Comandante do Preparo, Tenente-Brigadeiro do Ar Sérgio Roberto de Almeida, o Comandante de Operações Aeroespaciais, Tenente-Brigadeiro do Ar Heraldo Luiz Rodrigues, o Presidente da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate, Brigadeiro do Ar Antonio Luiz Godoy Soares Mioni Rodrigues, do Diretor de Aeronáutica da Marinha, Contra Almirante Emerson Gaio Roberto e o Vice-presidente da Airbus Helicopters para a América Latina, Senhor Alberto Robles.O novo formato renegociado desse contrato foi revelado no mês de maio último pelo Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Carlos de Almeida Baptista Junior, durante um café da manhã com a Imprensa em Brasília.Como principais benefícios dessa renegociação, a linha de produção da Helibras em Itajubá (MG) recebe novas encomendas e mantêm sua capacidade produtiva entregando um helicóptero líder absoluto no mercado brasileiro militar e parapúblico/aeromédico, o H-125 Esquilo.Linha de montagem dos H-125 na Helibras em Itajubá, MG (Imagem: Roberto Caiafa)Outro importante ganho, a padronização da frota das forças com um modelo atualizado de um clássico, sucesso mundial na sua categoria, nas tarefas de treinamento, ataque ligeiro, reconhecimento e ligação.Isso vai maximizar a economia de recursos com o gerenciamento de uma frota renovada, tecnologicamente atualizada e amplamente reconhecida no Brasil.O Programa HX-BR já havia passado por um grande desgaste em 2015, quando foi anunciado o seu congelamento por dois anos, entre 2017 a 2019, com mais um ano de atrasos sendo adicionado devido a questão do groundeamento da frota mundial de H-225 em 2016.H-125M (Imagem: Airbus Helicopters)Los nuevos helicópteros H125 contarán con una cabina digital G500H TXi y VEMD (Vehicle & Engine Multifunction Display) y serán compatibles con el uso de gafas de visión nocturna (NVG). También incluirán diferentes tipos de equipos de misión, como un cabrestante y un gancho, para que la formación de los futuros pilotos sea lo más representativa posible de sus misiones.

Brasil inicia a construção das fragatas Tamandaré com o corte da primeira chapa

Em 5 de setembro de 2022, decorridos dois anos de mobilização e preparação das instalações fabris no estaleiro thyssenkrupp Brasil Sul, em Itajaí (SC), foi inaugurada a fase de construção com o corte da chapa do casco do primeiro navio da classe.

La industria de defensa de Brasil busca nuevas oportunidades de negocio con India

La reunión presidida por los Ministros de Asuntos Exteriores de Brasil e India tuvo lugar en Brasilia

Brasil conclui testes de aceitação do submarino Riachuelo e finaliza sua incorporação

Essa tecnologia, se o cliente a quiser integrada aos seus submarinos, resulta em um casco maior em comprimento e deslocamento.A Marinha do Brasil preferiu não instalar o Mesma, na seção que este ocuparia, aumentou o espaço para combustível (alcance), alimentos (permanência em combate) e beliches adicionais (mergulhadores de combate).Imagem: Marinha do Brasil

Brasil concluye las pruebas de aceptación del submarino Riachuelo y ultima su incorporación

El 26 de agosto, La Marina de Brasil, a través de su Dirección General de Desarrollo Nuclear y Tecnológico, celebró, el pasado 26 de agosto, la firma del Acuerdo de Recepción y Aceptación Provisional (TRAP) del submarino Riachuelo (S-40).La rubrica de este documento representa la finalización exitosa de un riguroso cronograma de pruebas de aceptación del buque, tanto en puerto y en el mar, y el inicio del período de garantía del medio naval, dando lugar a su incorporación a la Armada.La tradicional ceremonia de exhibición de armamento, que oficializa la transferencia de un activo naval al sector operativo de la armada, se realizará el próximo 1 de septiembre en el Complejo Naval de Itaguaí. Firma del acuerdo de aceptación. Foto: Marina de BrasilAdemás, este acontecimiento materializa una de las entregas más importantes jamás realizadas en el ámbito de la construcción naval militar en el país, demostrando la capacidad de la industria naval brasileña, y representa, sobre todo, un paso fundamental para la obtención del primer submarino de propulsión nuclear Álvaro Alberto.Este logro es el resultado de un largo y arduo trabajo que implicó la transferencia de tecnología de diseño y construcción de submarinos, la formación de profesionales brasileños, la nacionalización de equipos y sistemas y la obtención de la infraestructura industrial del Complejo Naval de Itaguaí.S-BR ScorpènneLos cuatro submarinos de propulsión convencional S-BR del Programa de Desarrollo de Submarinos (Prosub) son más grandes que los modelos Scorpene adquiridos por las Armadas de Chile, Malasia e India.La clase Scorpène, desarrollada por el Naval Group, es un submarino de ataque diésel-eléctrico que puede equiparse opcionalmente con el sistema de propulsión independiente del aire (AIP) Mesma (Module d'Energie Sous-Marine Autonome), que utiliza etanol y oxígeno para alimentar una turbina de vapor.

Brasil planeja construir 12 navios patrulha de 500 toneladas ou NPa500-BR

Durante palestra proferida no evento NavalShore 2022, no Rio de Janeiro, o Diretor-Geral do Material da Marinha, Almirante de Esquadra José Augusto Vieira da Cunha de Menezes, revelou que a Marinha do Brasil está finalizando negociações com a Empresa Gerencial de Projetos Navais, a Emgepron, visando a construção no Brasil de 12 navios patrulha de 500 toneladas (NPa500-BR). Esse programa de construção naval deverá se estender até o ano de 2036.A Marinha do Brasil, na atualidade, possui um inventário numeroso de navios de patrulha velhos que precisam ser substituídos com extrema urgência. O projeto atualizado do NPa-500BR (Imagem: Emgepron)Analisando esse mercado, a Emgepron decidiu investir no projeto de um navio patrulha de 500 toneladas com um conteúdo local da ordem de 50% e valor estimado em torno de US$ 35 milhões a unidade.

Setor do Material realiza Cerimônia de Assinatura do contrato para manutenção dos submarinos classe Riachuelo

O instrumento, firmado entre a Diretoria Industrial da Marinha e a Itaguaí Construções Navais (ICN), tem duração de 22 meses e prevê serviços de manutenção dos Submarinos Riachuelo e Humaitá, além de serviços adicionais de manutenção corretiva, sob demanda, que se fizerem necessários durante o período de vigência do documento.Imagem: Marinha do Brasil.O evento foi presidido pelo Diretor-Geral do Material da Marinha, Almirante de Esquadra José Augusto Vieira da Cunha de Menezes, e teve a participação do Diretor Industrial da Marinha, Vice-Almirante (EN) Liberal Enio Zanelatto, que assinou o contrato juntamente com o Presidente da Itaguaí Construções Navais, Sr. André Portalis, e o Diretor Industrial da empresa, Vice-Almirante (RM1-EN) Mario Ferreira Botelho.Disse o Presidente da ICN: “Para mim, esse evento é o primeiro passo para abranger essa cooperação (entre Marinha e ICN), dando continuidade com a Força de Submarinos, e uma cooperação maior com a Diretoria Industrial da Marinha e com a DGMM, para fazer crescer a potência e disponibilidade operacional da Marinha, esse é o nosso foco e nosso desejo”.“Os Submarinos Classe Riachuelo agregam sistemas, tanto de plataforma como de combate, e sensores no estado da arte, e tem sua complexa manutenção baseada na Gestão do seu Ciclo de Vida”, comentou o Diretor Industrial da Marinha sobre os meios.Ao fim da cerimônia, o Diretor-Geral do Material da Marinha concluiu que “o planejamento do primeiro contrato de prestação de serviços de engenharia para a manutenção dos Submarinos Classe Riachuelo foi realizado visando à manutenção da disponibilidade operacional desses meios e ao cumprimento da missão da Marinha do Brasil.”O Submarino “Riachuelo” (S40), que representa o primeiro dos quatro submarinos da Classe Riachuelo previstos no PROSUB, será transferido para o Setor Operativo da Força Naval no próximo dia 1º de setembro.Imagem: Marinha do Brasil.

Operación Formosa 2022: interoperabilidad en el mar, tierra y aire

La operación, que se lleva a cabo desde 1988, se centra en el entrenamiento de los medios terrestres, especialmente de las fuerzas de la Marina. Este año, unos 3.500 militares de las tres fuerzas participaron en diversas acciones durante el ejercicio.

​Operação Formosa 2022, Marco da Interoperabilidade no Mar, em Terra e no Ar

A operação, que acontece desde 1988, tem grande foco no treinamento de meios terrestres, especialmente nas forças dos fuzileiros navais. Este ano, cerca de 3.500 militares das três forças estiveram envolvidas em várias ações durante o exercício.

O porta-aviões São Paulo do Brasil inicia sua viagem à Turquia para ser desmantelado

O rebocador de alto mar Alp Centre faz o seu trabalho iniciando a longa viagem até a Turquia.O rebocador responsável por levar a embarcação para a Turquia, o Alp Centre (bandeira da Holanda), após os trâmites finais para iniciar o deslocamento, saiu da Baiá da Guanabara rebocando o casco do NAe São Paulo no meio da tarde. O navio desativado encontrava-se atracado na Ilha das Cobras.História do porta-aviões Pesando 32,800 toneladas e medindo 265 metros de comprimento, o NAe São Paulo, ex-FoCh na Marinha Francesa, foi comprado pelo Brasil no início dos anos 2000, junto com 23 caças A4K/A4kU Skyhawk, tendo operado até o ano de 2017, quando deixou de ser utilizado.A carreira do A-12 foi marcada pela alta indisponibilidade operacional e constantes problemas mecânicos, gerando uma ficha de serviços com poucos dias de mar totais (206) e apenas 54.024,01 milhas navegadas (cerca de 85.000 km). Outro número que mostra a baixa operacionalidade do navio, em toda a sua carreira com Marinha do Brasil, o São Paulo realizou "apenas" 566 ciclos completos de catapultagem e recolhimento de aeronaves em 15 anos.O rebocador de alto mar Alp Centre faz o seu trabalho iniciando a longa viagem até a Turquia.

Brasil contrata com BAE Systems a manutenção do radar Artisan do navio Atlântico

Foto: BAE SystemsAtualmente em serviço com a Royal Navy, a bordo dos porta-aviões do Reino Unido, fragatas Type 23 e dos novosType 26 Global Combat Ships; o radar de vigilância naval Artisan fornece ao NAM Atlântico vigilância de superfície e ar e gestão de tráfego aéreo de aeronaves de asa fixa e rotativa. O Brasil tornou-se mais um operador do radar com a compra do então HMS Ocean do Reino Unido, em 2018.No que concerne ao sistema de combate DNA2 da BAE Systems, o contrato também fornecerá um pacote de modernização planejado do CMS do navio para lidar com questões de obsolescência.Foto: BAE Systems"A assinatura do contrato representa um relevante passo para garantir a plena disponibilidade do Sistema de Combate e do radar ARTISAN do Navio Aeródromo Multipropósito ATLÂNTICO. É um importante compromisso assumido pela BAE Systems com a Marinha do Brasil, não somente na manutenção da capacidade operacional do nosso Capitânia, mas também na transferência de conhecimento ao nosso pessoal", comentou o diretor-geral do Material da Marinha, almirante de esquadra José Augusto Vieira da Cunha de Menezes.Laurie Ellis, gerente de radares do setor marítimo da BAE Systems, disse: "Estamos muito satisfeitos por ter assinado este contrato de manutenção com a Marinha do Brasil.

Brasil contrata con BAE Systems el mantenimiento del radar Artisan del buque Atlântico

El nuevo contrato proporcionará apoyo al radar ARTISAN de BAE Systems y al sistema de combate DNA2 instalado en el NAM Atlantic, proporcionando disponibilidad operativa para el buque insignia.

Brasil e Leonardo unem forças para manter as fragatas de Niterói operacionais enquanto aguardam o Tamandaré

A Empresa Gerencial de Projetos Navais (Emgepron) e a empresa italiana Leonardo – Societa per Azioni, assinaram, no dia 18 de Julho, um Memorando de Entendimentos durante a Feira Internacional Aeroespacial de Farnborough, no Reino Unido. O evento contou com a presença do Diretor-Geral do Material da Marinha (DGMM), Almirante de Esquadra José Augusto Vieira da Cunha de Menezes, do Diretor Comercial da Leonardo, Pasquale Di Bartolomeo,  e o diretor-presidente da Emgepron, Edesio Teixeira Lima Junior. As fragatas Classe Niterói restantes serão muito exigidas na sua fase final de emprego antes de serem substituídas pelas novas Fragatas Classe Tamandaré (Imagem: Emgepron)O documento alinhado entre Emgepron e Leonardo tem como objetivo alavancar o desenvolvimento de possibilidades de negócios conjuntos para a exploração de potencial área de colaboração industrial para serviços de apoio à manutenção de sistemas de armas navais, sistemas de combate naval, incluindo sensores e sistemas de gestão de combate; e de serviços de apoio à manutenção de sistemas e sensores das Fragatas Classe Niterói e da Corveta Classe Barroso. Na atualidade, a Emgepron atua diretamente nos Programas Estratégicos da Marinha como o Programa Fragatas Classe Tamandaré (PFCT), o Projeto dos navios-patrulha de 500 toneladas (NaPa 500BR), o Navio de Apoio Antártico (NApAnt) e a Associação do Cluster Tecnológico Naval do Rio de Janeiro (CTNRJ).No memorando assinado com a Leonardo, fica claro que a Emgepron e a Marinha do Brasil buscam alternativas para manter a operacionalidade das fragatas Classe Niterói restantes, o mesmo se aplicando a única Corveta Classe Barroso, um navio que demandou 14 anos entre o início da sua construção e o seu lançamento ao mar. O Centro de Operações de Combate da Corveta Barroso utiliza o sistema SICONTA MKIII, desenvolvido pela Marinha do Brasil (Imagem: Emgepron)A reduzida frota de escoltas de superfície da Marinha do Brasil, já bastante pressionada pela idade do material, precisa manter-se em serviço por pelo menos mais 10 anos enquanto a construção das Fragatas Tamandaré deslancha e alcança um ritmo de entregas satisfatório. Mesmo com o Programa MODFRAG implementado pela Emgepron nas Classe Niterói, no início dos anos 2000, e que basicamente foi responsável pela efetividade desses navios na atualidade, é necessário antever desafios importantes para esse "push" final dessa frota, não só na questão do uso do Poder Naval brasileiro como até mesmo no apoio a outros programas importantes da Marinha, caso do MANSUP, que utiliza as fragatas Classe Niterói como plataforma de lançamento real.O Navio-Patrulha 500-BR (NPa 500-BR) poderá ser construído para a Marinha do Brasil e exportado pela EMGEPRON para marinhas amigas (Imagem: Emgepron)A Emgepron também tem um papel fundamental na construção do novo Navio de Apoio Antartico (NApAnt), que substituirá navios de pesquisa antigos e no fim da vida útil com inúmeras vantagens. A empresa ligada a Marinha do Brasil também produz uma série de sensores de guerra eletrônica de emprego naval, munições navais de grande calibre e realiza importantes investimentos para ampliar as capacidades da indústria naval brasileira.Em 2019, quatro empresas do setor de Defesa brasileiro, a Emgepron, a Amazul, a Nuclep e a Condor Tecnologias Não Letais idealizaram e fundaram o Cluster Tecnológico Naval do Rio de Janeiro (CTN-RJ). O Cluster Tecnológico Naval do Rio de Janeiro busca aproveitar o potencial da estrutura local da indústria naval baseada no litoral do Rio de Janeiro (Imagem: Emgepron)O CTN-RJ tem como eixos de atuação prioritários o adensamento das cadeias produtivas relacionadas à construção e reparação naval militar e mercante, a geração de estímulos à Economia do Mar e o fortalecimento da plataforma de exportações da base industrial de defesa.O Cluster Tecnológico Naval busca aproveitar o potencial da estrutura local do Rio de Janeiro, como as universidades e os institutos especializados de inovação e tecnologia, para auxiliar o crescimento da indústria marítima local. Somado a isso, a promoção do mercado interno e a realização do encadeamento produtivo entre empresas.Atualmente, o Cluster Tecnológico Naval, reúne mais de 40 empresas associadas voltadas para o desenvolvimento da Economia e do Poder Naval brasileiro.A Emgepron atua diretamente na construção do novo Navio de Apoio Antártico (Imagem: Emgepron)

Brasil y Leonardo se alían para mantener operativas las fragatas Niterói a la espera de las Tamandaré

La Empresa de Gestión de Proyectos Navales (Emgepron), gestionada por la Marina de Brasil, y la firma italiana Leonardo firmaron, en el marco del Salón Aeronáutico Internacional de Farnborough, un memorando de entendiemiento con el objetivo de una colaboración industrial para el mantenimiento de los sistemas de armas navales, sistemas de combate naval, y de los sistemas y sensores de las fragatas Clase Niterói y la corbeta Clase Barroso.En el memorando firmado con Leonardo, queda claro que Emgepron y la Marina brasileña están buscando alternativas para mantener la operatividad de las restantes fragatas de la Clase Niterói, lo mismo que para la única corbeta de la Clase Barroso, buque que tardó 14 años entre el inicio de su construcción y su lanzamiento al mar. La reducida flota de escoltas de superficie de la Marina brasileña, ya sometida a una gran presión debido a la antigüedad del material, debe permanecer en servicio durante al menos 10 años más, mientras la construcción de las Fragatas Tamandaré se pone en marcha y alcanza un ritmo de entrega satisfactorio. El acto de firma contó con la presencia del director general de material de la Marina (DGMM), almirante de la flota José Augusto Vieira da Cunha de Menezes, el director comercial de Leonardo, Pasquale Di Bartolomeo, y el director general de Emgepron, Edesio Teixeira Lima Junior.

Brasil activa la unidad que desplegará los RPAS ScanEagle desde las fragatas Tamandaré

Foto: MBLos seis sistemas ScanEagle recibidos por el EsqdQE-1 incluyen cajas ARP, sistemas de lanzamiento y recuperación, además de equipos de enlace de datos/control/operación, que pueden configurarse rápidamente en unidades de superficie de la Armada, como corbetas o fragatas, o en instalaciones terrestres del Cuerpo de Marines.Boeing Insitu ScanEagleEl ScanEagle es un pequeño vehículo aéreo no tripulado de larga duración, optimizado para el vuelo a baja altura. Está construido por Insitu, una filial de Boeing, y está diseñado para el reconocimiento basado en el Insitu SeaScan, un UAV comercial destinado a la observación marina.Las mejoras, actualizaciones y cambios introducidos en los últimos años han convertido al ScanEagle en un sistema aéreo no tripulado (UAS) portátil para la vigilancia autónoma del campo de batalla de última generación.Pruebas al ScanEagle.

Brasil finaliza testes de navegação do submarino Riachuelo antes de sua entrega em julho

Além da participação da Ezute, as atividades de testes contaram com profissionais provenientes da Marinha; de engenheiros do estaleiro de construção; e da própria detentora da tecnologia, a empresa Naval Group.

Brasil e Águas Azuis exibem casa de máquinas das futuras fragatas Tamandaré

O Programa Fragatas Classe “Tamandaré” prevê a transferência de tecnologia e a capacitação de empresas e da Marinha do Brasil (MB).

Brasil y Águas Azuis exhiben la sala de máquinas de las futuras fragatas Tamandaré

En el pico de producción de los barcos se generarán 2.000 empleos directos y 6.000 indirectos. Sobre esto, el Comandante de la Marina reforzó, durante la ceremonia, que "la industria de defensa, por ser de alta tecnología trae no sólo empleos, sino empleos de calidad, paga más impuestos, más personal calificado y esto es muy bueno no sólo para la Marina sino para Brasil como un todo".

Brasil assina com a Polar 1 o contrato para a construção de seu futuro navio antártico

Para isso, necessita possuir casco em formato específico e reforçado, particularmente na sua proa, para abrir caminho e quebrar as placas de gelo, utilizando o próprio peso do navio e, por vezes, o turbilhonamento provocado por seus propulsores.Para a obtenção do NApAnt, foram capitalizados pela EMGEPRON aproximadamente R$ 740 milhões. O investimento envolve a compra de equipamentos e sistemas científicos, planos de gestão do ciclo de vida e apoio logístico ao Programa Antártico Brasileiro. O escopo de engenharia, aquisição e construção será conduzido pelo EJA, com a transferência de conhecimento e experiência da SMSS na construção de embarcação semelhante, em Singapura.Durante o evento de assinatura, o Diretor-Presidente da EMGEPRON, Vice-Almirante (IM) Edesio Teixeira Lima Junior, destacou que “a construção do navio incrementará a participação brasileira nos processos de decisão sobre o destino do Continente Antártico, já que o Programa Antártico passará a dispor de um navio melhor equipado”.Entre os benefícios esperados estão a redução do tempo necessário para o reabastecimento da EACF, com a inclusão de guindastes modernos e de maior capacidade de carga e manobra ao novo navio; sistema de navegação e de controles sofisticados, que permitirão maior segurança na aproximação do navio com a praia para desembarque de material e de pessoal; maior capacidade de apoio às atividades de pesquisa, com capacidade de lançamento de acampamentos, possibilitando, assim, a ampliação da área passível de ser visitada pelos pesquisadores, incluindo as regiões oceânicas e terrestres.No fim do evento, o Ministro Paulo Alvim elogiou a assinatura do contrato e ressaltou a sua importância para a pesquisa científica brasileira.