menú responsive
AMÉRICA | Seguridad
-/5 | 0 votos

Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança

A Ciopaer: dez aeronaves para traslados aeromédicos no Brasil

Os nove helicópteros da unidade foram fornecidos pela Airbus Helicopters/Helibras

Os nove helicópteros da unidade foram fornecidos pela Airbus Helicopters/Helibras

 Ver galería de fotos

09/07/2021 | Belo Horizonte

Roberto Valadares Caiafa

A Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (Ciopaer) é formada por mais de 200 profissionais, opera uma frota com dez aeronaves e tem como comandante o tenente-coronel da Polícia Militar do Ceará (PMCE), Hélio de Alencar Filho.

A Coordenadoria, que integra a estrutura da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Estado do Ceará (SSPDS/CE) acaba de completar 26 anos.

No escopo das missões, o patrulhamento aéreo, apoio às ocorrências policiais, transportes aeromédicos e também o transporte de vacinas contra a Covid-19.

Só em 2021, até o momento, já foram contabilizadas 893 horas voadas em 899 missões.

Os principais voos foram de patrulhamento, com 303 horas voadas, seguido de apoio às operações policiais, com 139; e as entregas de vacinas, com pouco mais de 144.

A unidade, que surgiu em 1995 como Grupamento de Policiamento Aéreo da Polícia Militar do Estado do Ceará (GPAer) hoje está presente nos quatro cantos do Estado, com a sua base principal na Capital do Ceará, no Aeroporto de Fortaleza (Pinto Martins), e também nas cidades de Quixadá, Juazeiro do Norte e Sobral.

Está prevista para o ano de 2021 a inauguração de uma base na cidade de Crateús, o que permitirá uma cobertura ainda maior e um tempo de resposta mais rápido. Atualmente a unidade possui nove helicópteros (um EC130 B4, dois AS350B2 Esquilo, três Airbus EC135 e três EC145) e um avião modelo Cessna 210.

Aeromédico

 

A Ciopaer também está à disposição da população com suas missões aeromédicas que acontecem por meio de uma parceria entre as secretarias da Segurança e da Saúde.

As aeronaves da Ciopaer possuem a capacidade de transportar pacientes e dispõem de aparelhos que apenas o Exército dos Estados Unidos da América e o clube de automobilismo alemão Allgemeiner Deutscher Automobil-Club (Adac) possuem.

“Nós temos aeronaves biturbinas que permitem deslocamento para áreas de acesso remoto, e dentro disso, a gente realiza resgate com equipamento de uma UTI (unidade de terapia intensiva) aérea. Nós temos monitores, desfibriladores, a possibilidade de entubar pacientes e de fazer ventilação mecânica durante o transporte, com qualidade”, explica Antônio Emílio, médico do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Duas aeronaves possuem UTIs embarcadas e são utilizadas para diversos trajetos para o atendimento aeromédico no Estado. Outros dois modelos H135, embarcados com equipamentos portáteis/móveis, também estão habilitados para realizar o serviço que salva vidas e encurta o tempo de socorro do traslado entre hospitais no Ceará.

Só neste ano de 2021, a unidade contabilizou 95 horas voadas para remoções aeromédicas e inter-hospitalares.

Imagens: Governo do Estado do Ceará

 © Information & Design Solutions, S.L. Todos los derechos reservados. Este artículo no puede ser fotocopiado ni reproducido por cualquier otro medio sin licencia otorgada por la empresa editora. Queda prohibida la reproducción pública de este artículo, en todo o en parte, por cualquier medio, sin permiso expreso y por escrito de la empresa editora.

ENVÍO DE LA NOTICIA A UN AMIGO
Correo electrónico
Tu nombre
Mensaje