Iveco entrega Guarani nº 500 e 31 LMV-BR 4x4 para o Exército Brasileiro
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Iveco entrega Guarani nº 500 e 31 LMV-BR 4x4 para o Exército Brasileiro

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Guarani 6x6. Foto: Iveco
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Cumprindo um contrato firmado entre a IVECO Defense Vehicles e o Exército Brasileiro em 2019, os 31 veículos LMV-BR restantes (o primeiro foi recebido pelo EB em abril) foram entregues pela fabricante italiana durante concorrida cerimônia realizada na fábrica da empresa em Sete Lagoas (MG) na última terça-feira (23/11).

Na ocasião, celebrou-se também o recebimento do VBTP Guarani 6x6 de nº 500 pela Força Terrestre, na versão equipado com SARC REMAX, conferindo assim ao Guarani o título de blindado adquirido em maior número pelo Exército Brasileiro na sua história.

No caso do carros LMV 4x4, todos os veículos entregues estão equipados com integração de Sistemas de Armas e Sistemas de Comando e Controle/Comunicações, conforme requerimento colocado pelo Exército.

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Imagem: Roberto Caiafa

O LMV-BR foi escolhido em 2015 dentro do Programa Viatura Blindada Multitarefa, Leve de Rodas (VBMT-LR). 

A montagem final dos veículos foi realizada na fábrica de Sete Lagoas, onde diversos componentes nacionais foram integrados, entre eles lançadores de granadas fumígenas, o sistema de armamento remotamente controlado REMAX e opcionais como estações manuais de armamento.

O projeto, em sua forma original, prevê a aquisição de 186 unidades do LMV-BR e a Iveco Defence Vehicles espera iniciar a produção dos próximos lotes em 2022.

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Imagem: Roberto Caiafa

Guarani 500

O evento de recebimento do Guarani 500 pelo Exército, realizado dentro das restrições impostas pela Pandemia do COVID-19, contou com a presença do presidente da IDV LATAM, Humberto Marchioni Spinetti, do comandante do Exército Brasileiro (EB), general Paulo Sérgio, do chefe do Estado Maior do Exército, general Marco Amaro dos Santos, do comandante Logístico (COLOG), general Estevam Cals Theophilo Gaspar de Oliveira; do comandante Militar do Leste (CML), general José Eduardo Pereira; do chefe do DCT, general Guido Amin Naves; do diretor de Fabricação (DF), general de brigada Tales Eduardo Areco Villela; do diretor de Material (DMAt), general de brigada Everton Pacheco da Silva; do chefe do Escritório de Projetos do Exército (EPEx), general de brigada Marcus Alexandre Fernandes de Araujo; do gerente do Prg EE GUARANI, general de brigada R/1 Edson Henrique Ramires; do primeiro gerente Prg EE GUARANI, general de brigada R/1 Waldemir Cristino Rômulo; autoridades civis e militares.

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Imagem: Roberto Caiafa

A Iveco Defence Vehicles já forneceu ao Exército Brasileiro mais de 500 unidades do Guarani desde 2012, após a assinatura do primeiro contrato em 2009. 

Ao longo de 12 anos, o Guarani já anotou algumas vendas para clientes internacionais como por exemplo, o Líbano (Oriente Médio), e na atualidade a empresa já começou a produzir os blindados encomendados pelas Forças Armadas Filipinas (Àsia-Pacífico). 

Em breve, será iniciada a produção para a República de Gana (África). Segundo Spinetti “Estamos em negociações com outros países, com destaque para a Argentina (América Latina)”.

Uma maquete detalhada do tank destroyer Centauro II 8x8, fabricado pelo Consórcio Iveco Oto-Melara, foi exibida nas cores do Exército Brasileiro. 

O Centauro 2 é o veículo ofertado pelo CIO para atender aos requerimentos da licitação Viatura Blindada de Combate de Cavalaria (VBC Cav) 8x8.

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Imagem: Roberto Caiafa

Um detalhe, entre tantos outros, chamou a atenção, apesar da proposta italiana contemplar a arma de 105 mm como opcional, a maquete em exibição na cerimônia estava armada com o canhão de alma lisa de 120mm, arma que, se o Centauro 2 for o escolhido, dará o maior poder de fogo já disponibilizado a um veículo blindado do Exército Brasileiro.

A parceria entre a Iveco Defence Vehicles e o Exército Brasileiro amplia seu portifólio com esta segunda linha de produtos, enquanto a fábrica de Sete Lagoas confirma mais uma vez  sua importância dentro da Base Industrial de Defesa brasileira como mantenedora de domínio em sistemas terrestres empregando mão de obra qualificada de alta qualidade, capacidades técnicas de nível global em conjunto com uma rede de fornecedores e parceiros locais.

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Imagem: Roberto Caiafa



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