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18ª Missão no Líbano começa em março

Brasil envia a fragata 'Union' para substituir o 'Liberal' em Unifil

La Unión navegando a contrabando de Liberal, en la costa libanesa.

La Unión navegando a contrabando de Liberal, en la costa libanesa.

16/02/2019 | Belo Horizonte

Roberto Caiafa

A Fragata União vai integrar, pela 18ª vez, a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Unifil), em substituição à Fragata Liberal, que está no Oriente Médio desde setembro de 2018.

A previsão é que os militares brasileiros cheguem à Beirute no dia sete e a troca de navios ocorra no dia 15 de março.

O Brasil lidera a UNIFIL desde 2011, e como parte de suas responsabilidades, mantém, em sistema de rodízio semestral, uma fragata totalmente operacional (incluindo destacamento aéreo) no litoral libanês em conjunto com forças navais multinacionais provendo ações de segurança marítima.

No porto do Funchal (Portugal), a tripulação cumpre missões diplomáticas enquanto o navio escala para reabastecer de víveres frescos, combustível e realizar as últimas verificações antes de assumir a missão no Mar Mediterrâneo.

Sistema de Armas completo

 

A Fragata União (F 45) foi o sexto navio a ser batizado esse nome na Marinha do Brasil e também foi o último da classe Niterói a ser entregue como parte do Programa de Renovação e Ampliação de Meios Flutuantes da Marinha (a segunda construída pelo Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro de um total de seis encomendadas).

Está armada com um canhão naval Vickers Mk.8 de 4.5 polegadas/55 calibres (114mm); dois canhões antiaéreo BAE Systems Bofors Trinity Mk 3 (antiaéreo/antimíssil); um lançador duplo de mísseis antiaéreos para defesa de ponto Aspide 2000; dois lançadores triplos para torpedos Mk-46, um lançador duplo para mísseis antinavio do tipo Exocet (futuramente MANSUP) e um helicóptero AH-11B Wild Lynx do 1º Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque.

A indústria de Defesa brasileira está presente com dois importantes equipamentos, o SICONTA Mk.2 (COMSUB), sistema de combate responsável por integrar, processar e mostrar em consoles multifuncionais os dados gerados por radares, sonares, etc, coordenar as comunicações e gerenciar o emprego dos sistemas de armas de bordo; e nas contramedidas eletrônicas, a Omnisys, subsidiária brasileira da Thales, fornece o equipamento ET/SLQ-1A.

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