Exército Brasileiro avalia sistema Elbit Systems Torch-X
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Exército Brasileiro avalia sistema Elbit Systems Torch-X

AEL Torch X Dismounted Lorena scaled
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O Exército Brasileiro (EB) promoveu testes operacionais do sistema de comando e controle (C2) para o Programa Sistema Combatente Brasileiro (Cobra).

A ação teve como objetivo avaliar os rádios e o sistema de apoio à decisão que compõem o Sistema Torch-X Dismounted, apresentado pela AEL Sistemas e desenvolvido pela Elbit Systems.

O trabalho foi conduzido pelo Comando de Operações Terrestres (COTER), juntamente com militares do Comando de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército (CCOMGEX).

Para operacionalizar a missão, foram selecionadas duas organizações militares de tropa: o 1º Batalhão de Infantaria de Selva Aeromóvel (1° BIS Amv), sediado em Manaus (AM), e o 5º Batalhão de Infantaria Leve (5º BIL), sediado em Lorena (SP).

Durante os testes, particularmente, foram avaliados os rádios E-LynX Hand-Held HH7200, E-LynX PNR-1000, o tablet robustecido RAPTOR MKII-PRO e o sistema de C2 TORCH-X, que compõem o Sistema TOCH-X Dismounted.

Os testes do 1º Batalhão de Infantaria de Selva ocorreram na Base de Instrução nº 4, no Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), na periferia de Manaus.

Militares do COTER e da CCOMGEX acompanharam os testes em ambiente de selva, realizados por soldados da 2ª Companhia de Fuzileiros do 1º BIS, contando com o apoio em campo de uma equipe da AEL.

Na avaliação do Major Benzi, do COTER, “a atividade foi de suma importância, pois possibilitou comprovar as capacidades do sistema para a comunicação interna do pelotão, em ambiente de selva e em operações ribeirinhas, auxiliando nas definições do futuro sistema de C2 do COBRA”.

O capitão Sampaio de Melo, comandante da companhia que realizou a avaliação, comentou que “o equipamento desenvolvido pela AEL proporciona aos comandantes das pequenas frações um avanço significativo no contexto da função de combate Comando e Controle, uma vez que dentre outros fatores, oferece a estes uma consciência situacional que até então vinha sendo algo ineficiente no âmbito das Forças Armadas. O fato de um comandante saber onde se encontram suas peças de manobra durante o combate em tempo real é uma ferramenta primordial para garantir o sucesso na missão”.

As provas do 5º BIL ocorreram na região de Piquete e Lorena. O Pelotão de Fuzileiros pôde empregar o equipamento durante um ataque coordenado, uma marcha para o combate, um ataque local e patrulhas – tudo no contexto de operações de amplo espectro em ambiente urbano e rural, com predominância de morros e ravinas.

Imagens: COTER/Exército Brasileiro



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