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AMÉRICA | Armada
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Novo míssil da Marinha

Brasil vai lançar o terceiro tiro do Mansup contra o R-22 Tridente em julho

O MANSUP deverá registrar o primeiro disparo com cabeça de guerra.

O MANSUP deverá registrar o primeiro disparo com cabeça de guerra.

04/07/2019 | Belo Horizonte

Roberto Caiafa

O rebocador de alto-mar R-22 Tridente (conforme a Portaria nº 184/MB) foi desativado e alienado em de 22 de junho de 2018 pela Marinha do Brasil

O seu destino (não confirmado oficialmente) será servir como alvo do terceiro míssil antinavio MANSUP a ser disparado, ainda no mês de julho corrente.

O rebocador já foi observado atracado no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, completamente “depenado” e pintado com vistosas faixas vermelhas e amarelas nos costados, indicando claramente sua função de alvo.

Acredita-se que este será o primeiro tiro do MANSUP equipado com uma cabeça de guerra explosiva, comprovando que os disparos anteriores homologaram todos os procedimentos e sistemas de bordo, rastreio e análise de dados, englobando os subsistemas Compartimento de Vante, que reúne o Computador de Guiagem, o Radioaltímetro, a Plataforma Inercial, desenvolvida pelo Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP) e a Bateria Dianteira; Cabeça Telemétrica (Cabeça de Combate Inerte), contendo o Transmissor de Telemetria Embarcado e o DSA- Dispositivo de Segurança e Armar; e Compartimento de Ré, onde estão os Atuadores, Superfícies Aerodinâmicas (Profundores), Bateria Traseira e Interface com o Lançador do Navio.

A partir dos dados e caracterizações obtidos ao longo do desenvolvimento do míssil, a Sistemas Integrados de Alto Teor Tecnológico (SIATT) refinou o modelo de simulação do armamento o protótipo virtual resultante foi utilizado para a realização de milhares de voos virtuais antes da execução de ensaios em voo com míssil real.

O lançamento do primeiro protótipo real do MANSUP ocorreu em outubro de 2018.

Tridente – Breve história do alvo

O “R-22 Tridente” é o segundo navio da Marinha do Brasil a ostentar esse nome e foi construído pelo Estaleiro da Amazônia S/A (ESTANAVE), em Manaus.

A quilha foi batida em 21 de dezembro de 1976 e o navio foi lançado ao mar em sete de julho de 1977.

A sua incorporação ao serviço da Marinha do Brasil deu-se no dia 8 de julho de 1987, tendo como área de atuação o 1º Distrito Naval no Rio de Janeiro.

Imagens: Marinha do Brasil.

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