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Adquiridos por US$ 27,9 milhões, os dois Heron estão encaixotados em um hangar

Polícia Federal brasileira deixa de operar ARPs MALE

O IAI Heron PP-XXL do DPF: no solo juntamente com outro exemplar, o PP-XXM (Fotos: DPF)

O IAI Heron PP-XXL do DPF: no solo juntamente com outro exemplar, o PP-XXM (Fotos: DPF)

31/07/2017 | São Paulo

Roberto Caiafa

Adquiridos pelo Departamento de Polícia Federal (DPF) por US$ 27,9 milhões (ao final do 2º mandato do Presidente Luis Inácio da Silva) para serem usados no combate ao crime organizado, conforme a própria propaganda oficial do governo afirmava a época, as duas aeronaves remotamente pilotadas (ARP) IAI Heron não operam desde fevereiro de 2016.

O projeto original previa uma frota de 14 ARPs, a construção de quatro bases fixas estrategicamente localizadas pelo território nacional e a aquisição de equipamentos necessários para manter duas bases móveis de campanha, próprias para emprego em regiões de fronteira.

Todo o complexo sistema de ARPs do DPF seria mobiliado com 90 agentes de elite, treinados para colher precisa informação de inteligência e assim maximizar o combate ao crime, seja internamente ou o transnacional, cometido a partir das fronteiras terrestres. Nada disso aconteceu, infelizmente. Pelo contrário, o cenário atual...

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